Estava eu pensado... pq as pessoas têm que falar o tempo todo? As vezes só estar junto ou conectado de alguma forma direta ou indireta já basta. Mas converncionou-se que, se não se está falando não está havendo nada. Mas pra que falar o tanto? Bah! ENJOY THE SILENCE, MY FIREND! Não, não estou amargurada. Soou azedo, não? Mas nem. O_O eu falei com carinho.
Daqui a Uma hora estarei vendo "O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei" !
Quando se escreve títulos, todas as primeiras letras de todas as palavras têm ke ser maiúsculas? Desde criança eu achei que tinha. Hoje já não vejo tanta lógica quanto a isso. Mas na época fazia sentido. Eu acho que pensava com + clareza naquela época.
Pois é. bla bla blá. Como é difícil voltar a blogar depois ke se perde a prática. mas vai lá.
Enfim. Vou-me....
quinta-feira, 25 de dezembro de 2003
quinta-feira, 13 de novembro de 2003
Hoje estou taum feliz mais tão feliz, que, pra evitar que eu tivesse uma overdose de felicidade, o destino me reservou umas desgraças, só pra eu não me acostumar.
Hoje vi sinais por todos os lados! Voltando do supermercado, andando pela calçada: BUM! Um sinal. Olhei de novo mas não estava mais lá! Podia ter entendido que aquilo era um sinal. Se eu soubesse, eu saberia. Mas eu não soube. Eu vi! Por uma fração de segundo esteve lá! Foi tão tremendamente emocionante que, se fosse verdade teria batido o carro. Mas foi tão rápido pensei que era engano, um truque da minha mente.
Não era. Só descobri que era um sinal quando era tarde demais. Exatamente uma hora mais tarde do que deveria. Nunca mais saio de casa.
Hoje vi sinais por todos os lados! Voltando do supermercado, andando pela calçada: BUM! Um sinal. Olhei de novo mas não estava mais lá! Podia ter entendido que aquilo era um sinal. Se eu soubesse, eu saberia. Mas eu não soube. Eu vi! Por uma fração de segundo esteve lá! Foi tão tremendamente emocionante que, se fosse verdade teria batido o carro. Mas foi tão rápido pensei que era engano, um truque da minha mente.
Não era. Só descobri que era um sinal quando era tarde demais. Exatamente uma hora mais tarde do que deveria. Nunca mais saio de casa.
sábado, 25 de outubro de 2003
terça-feira, 14 de outubro de 2003
YEAH! o que significa "yeah"? Sempre que falta rima ou ritmo pras músicas, compositores gringos colocam a palavra mágia: Yeah! As vezes é "Yeah Yeah..."
ex: "do you hate meeee??? yeahhHHhHHHHH...."
Receita de sucesso pra fazer um bom pop-rock: termine todas as estrofes com um Yeah... Se a letra coloca uma indagação, algum tipo de pergunta, termine-a com yeah... É como se na vida real você dissesse pra pessoa em questão: "Mãe, você viu onde eu deixei a minha chaveeeEeee YEAH YEAHHHH!" "Mariana, você quer sair comigoooo? Oh! Yeaaaah!"
Um exemplo irritante: MIchelle Brach. Essa mina tem cara de melão. Tem cara de ser daquelas que enchem a boca pra dizer que compões suas canções baseadas nas suas experiências de vida (uh! todas dizem isso.) Vê-se claramente aqui os passos da minha lição "como compor uma musica de sucesso", onde a artista inseriu uma pá de Yeahs para reafirmar a sua opinião.
Artist : Michelle Branch
Song : Are You Happy Now?
"Now, don’t just walk away
Pretending everything’s ok
And you don’t care about me
And I know there’s just no use
When all your lies become your truths and I don’t care... yeah, yeah, yeah "
ex: "do you hate meeee??? yeahhHHhHHHHH...."
Receita de sucesso pra fazer um bom pop-rock: termine todas as estrofes com um Yeah... Se a letra coloca uma indagação, algum tipo de pergunta, termine-a com yeah... É como se na vida real você dissesse pra pessoa em questão: "Mãe, você viu onde eu deixei a minha chaveeeEeee YEAH YEAHHHH!" "Mariana, você quer sair comigoooo? Oh! Yeaaaah!"
Um exemplo irritante: MIchelle Brach. Essa mina tem cara de melão. Tem cara de ser daquelas que enchem a boca pra dizer que compões suas canções baseadas nas suas experiências de vida (uh! todas dizem isso.) Vê-se claramente aqui os passos da minha lição "como compor uma musica de sucesso", onde a artista inseriu uma pá de Yeahs para reafirmar a sua opinião.
Artist : Michelle Branch
Song : Are You Happy Now?
"Now, don’t just walk away
Pretending everything’s ok
And you don’t care about me
And I know there’s just no use
When all your lies become your truths and I don’t care... yeah, yeah, yeah "
quinta-feira, 2 de outubro de 2003
[13:50] < Helga > o ke tem feito de bão?
[13:50] < A****d > Helga nada de mais
[13:50] < A****d > só estudando
[13:50] < A****d > e vc?
[13:51] < Helga > estudano tb ^_^
[13:52] < Helga > mas axo ke daki a pouco vou filar a boia na casa de um amigo
[13:52] < Helga > eu vi a mãe dele comprando todinho
[13:52] < Helga > vou lá pedir um
[13:52] < Helga > HSuahsAUShUHSauHSAUHSuHshu
[13:52] * Helga é podre
O nome acima foi trocado para proteger a privacidade da pessoa envolvia... HSuahsauhsUAhsAUHSUHSuAhs.
[13:50] < A****d > Helga nada de mais
[13:50] < A****d > só estudando
[13:50] < A****d > e vc?
[13:51] < Helga > estudano tb ^_^
[13:52] < Helga > mas axo ke daki a pouco vou filar a boia na casa de um amigo
[13:52] < Helga > eu vi a mãe dele comprando todinho
[13:52] < Helga > vou lá pedir um
[13:52] < Helga > HSuahsAUShUHSauHSAUHSuHshu
[13:52] * Helga é podre
O nome acima foi trocado para proteger a privacidade da pessoa envolvia... HSuahsauhsUAhsAUHSUHSuAhs.
quarta-feira, 1 de outubro de 2003
Tô de óculos novo! Agora sou uma mulher moderna! Supostamente faltam 6 dias pra eu tirar meu aparelho! Serei uma nova môlhérrrr. Domingo/segunda-feira, tive a PIOR dor de cabeça da minha vida. @_@
Achei que ia morrer... foi uma pena. Acabaram as minhas provas... Me dei bem. Não fiz o trabalho de estágio ainda... Pra tudo se dá um jeito. Meu cachorro tem perebas e precisa tomar banhos frequentes... Ai que preguiça. Existem milhões de livros interessantes, cheios de lições de vida... Prefiro livros vazios. Indigno-me com as mazelas da sociedade brasileira... As vezes. Sei que sou parte da sociedade e preciso interagir com outros seres humanos... Mas mantenha-se à um braço de distância, por favor. Tenho angústias pessoais e anseios secretos... Não é da sua conta. Tô com sono e o meu lençol é verde... Vou dormir.
Achei que ia morrer... foi uma pena. Acabaram as minhas provas... Me dei bem. Não fiz o trabalho de estágio ainda... Pra tudo se dá um jeito. Meu cachorro tem perebas e precisa tomar banhos frequentes... Ai que preguiça. Existem milhões de livros interessantes, cheios de lições de vida... Prefiro livros vazios. Indigno-me com as mazelas da sociedade brasileira... As vezes. Sei que sou parte da sociedade e preciso interagir com outros seres humanos... Mas mantenha-se à um braço de distância, por favor. Tenho angústias pessoais e anseios secretos... Não é da sua conta. Tô com sono e o meu lençol é verde... Vou dormir.
quarta-feira, 3 de setembro de 2003
segunda-feira, 1 de setembro de 2003
Tema do dia: Eu e minha Pedra.
Eu gosto de uma Pedra e eu acho que essa Pedra gosta de mim.
Eu não entendo a minha Pedra, por isso eu tenho medo que ela vá embora.
Eu acho que minha Pedra gostava de mim, mas eu acho que agora ela não gosta mais.
Mas eu ainda gosto muito da minha Pedra, por isso eu vou chorar.
Quem me dera minha Pedra fosse mais molinha, quem sabe assim ela deixava eu abraçar.
Sempre que eu procuro a Pedra ela está quetinha no lugar, eu penso que ela já me esqueceu.
A Pedra me disse que nunca me esqueceria, mas eu nunca acredito.
Não é culpa dela, que é só uma pedra, mas memoria mineral é tão efemera quanto memoria animal.
Quando o tempo passar bastante, uma hora eventualmente, minha Pedra continuará seguindo em frente.
E eu vou permanecer sozinha com saudades da minha Pedra.
Eu gosto de uma Pedra e eu acho que essa Pedra gosta de mim.
Eu não entendo a minha Pedra, por isso eu tenho medo que ela vá embora.
Eu acho que minha Pedra gostava de mim, mas eu acho que agora ela não gosta mais.
Mas eu ainda gosto muito da minha Pedra, por isso eu vou chorar.
Quem me dera minha Pedra fosse mais molinha, quem sabe assim ela deixava eu abraçar.
Sempre que eu procuro a Pedra ela está quetinha no lugar, eu penso que ela já me esqueceu.
A Pedra me disse que nunca me esqueceria, mas eu nunca acredito.
Não é culpa dela, que é só uma pedra, mas memoria mineral é tão efemera quanto memoria animal.
Quando o tempo passar bastante, uma hora eventualmente, minha Pedra continuará seguindo em frente.
E eu vou permanecer sozinha com saudades da minha Pedra.
domingo, 31 de agosto de 2003
Meu computador morreu. É um fato. Não sei se ele revive tão cedo. Enfim. É fato que estou meio deprimida por isso. Meu whorenun anda sendo atualizado regularmente, mas a BrTurbo não colabora e os visitantes não conseguem ver a versão atualizada do blog.... legal né? Tanto esforço pra nada. Estou com saudade das minhas músicas. To com vontade de chorar. :õ
Enfim. Não ando fazendo nada bom... nda especial. Apenas esperando um lampejo de genialidade pra escrever no blog. Hoje vou matar o meu blog "revoltado"... o The Blog é muito ruim. De qualquer forma, foi bom enquanto durou.
Enfim. Não ando fazendo nada bom... nda especial. Apenas esperando um lampejo de genialidade pra escrever no blog. Hoje vou matar o meu blog "revoltado"... o The Blog é muito ruim. De qualquer forma, foi bom enquanto durou.
terça-feira, 19 de agosto de 2003
Bom. Notei que tenho negligenciado meu blog. Então, para o deleitamento de todos, vai aí uma "ego-trip" (segundo Isadora). Só ela que gostou. HehEheheh... Parece. De qualquer forma, me lembre desse fato enquando ouvia Mortiis - Smell the witch.
HeHEheh. Bem sugestivo, não?
Em frente da minha casa morava uma mulher que minha mãe chamava de dona Maria. Por conseqüência eu também a chamava assim. Ela tinha uma neta da minha idade, uma menina bacana. Era estranho porque dona Maria fumava. Nunca entendi muito bem mamães que fumam, imagine uma vovó. Era uma avó esquisita. Sempre olhei a dona Maria de forma estranha. Ela era magra. Eu nunca tinha visto uma vovó magra antes. Hoje, com mais idade, entendi que ela era
diferente assim porque ela era uma avó jovem. A menina era filha do filho dela. A neta nasceu quando ele - o filho - era moleque irresponsável e engravidou uma moça por aí. Não sei direito. Nunca me interessei muito por isso.
Uma coisa marcante na casa da dona Maria era um "troço" de fiapos que se põe na moldura superior da porta. Nunca entendi ao certo pra que servem os fiapos, mas parece que era comum na época esse tipo de enfeite. Fiapos plásticos de cores grotescas nauseantes. Eu gostava de olhar praquilo. Minha mãe nunca colocaria
um penduricalho tão intrigante quando este na porta de casa.
Eu sempre associo essa casa com as 5 da tarde. Aquele horário que o sol está sumindo e o céu fica azul royal. Também me lembro muito das cigarras e dos barulhos típicos dessa hora do dia. E das árvores.
No muro dos fundos, que separava o terreno da dona Maria com o do vizinho, tinha um portão. Passava horas imaginando porque duas casas de pessoas que não se conhecem são ligadas por um portão tão... íntimo. Aquela porta ali, mesmo estando fechada, era, pra mim, como um ponto fraco, um passagem aberta a qualquer estranho. Qualquer coisa que estivesse lá, naquela residência, podia passar para a casa da dona Maria.
Num dia desses, as cinco da tarde - e foi assim que essa hora se fixou na minha mente - eu, mais uma vez, estava em um dos meus habituais transes, olhando fixamente praquele portão, respirando debilmente com a boca entreaberta. Eu
sempre tive estes surtos altistas. Enquanto eu olhava esse portão, ouvia meio distante a conversa entra a dona Maria e minha mãe. Foi nesse dia, também, que eu gravei o céu azul e a árvore.
Por de trás do muro do portão crescia essa árvore comum. Nada de muito diferente de qualquer outra. Fui olhando o restinho do tronco que se podia ver por detrás do muro, se tripartindo e, só meio metro depois, se ramificando e colocando folhas. Quando se fixa o olhar sobre alguma coisa, o objeto central perde o sentido e os espaços viram formas. Olhando o tronco se tripartindo, o céu virou uma cápsula de árvore, e a árvore deixou de existir. Na conversa com
minha mãe, dona Maria falava de bruxas. Definitivamente, a dona Maria se parece com uma bruxa.
A fala humana é muito complexa. Entender palavras é muito mais complicado do que se imagina. Requer muito mais do que uma parcela de atenção. Sempre que me perco olhando pra alguma coisa, fica difícil compreender mais do que algumas palavras soltas. Aquela situação se tornou de certa forma desconfortável. Apesar de ser comum me perder na minha imaginação dessa forma, senti medo quando percebi que era difícil tirar o olhar daquela árvore. Mesmo sendo
criança, soube que, naquele exato momento, eu não podia exercer minha vontade, e aos poucos meu coração foi batendo cada vez mais rápido enquanto os ouvidos se esforçavam a procura das vozes conhecidas das mulheres como se estas fossem a corda capaz de me içar para fora do abismo. Quando ouvidos e olhos têm objetivos diferentes, nenhum dos sentidos se satisfaz completamente. E, no meio das palavras cacofônicas, das imagens distorcidas, em um dos três grandes braços que surgiam do tronco, vejo pequenas perninhas listradas, com sapatinhos
vermelhos balançando alegremente no ar. Sempre tive muito medo da bruxa do Oeste, apesar de eu nunca ter visto mais do que suas pernas.
Depois disso, minha mãe me levou pra casa. Eu tomei leitinho e dormi. Tive pesadelos.
HeHEheh. Bem sugestivo, não?
Lembranças da infância.
Em frente da minha casa morava uma mulher que minha mãe chamava de dona Maria. Por conseqüência eu também a chamava assim. Ela tinha uma neta da minha idade, uma menina bacana. Era estranho porque dona Maria fumava. Nunca entendi muito bem mamães que fumam, imagine uma vovó. Era uma avó esquisita. Sempre olhei a dona Maria de forma estranha. Ela era magra. Eu nunca tinha visto uma vovó magra antes. Hoje, com mais idade, entendi que ela era
diferente assim porque ela era uma avó jovem. A menina era filha do filho dela. A neta nasceu quando ele - o filho - era moleque irresponsável e engravidou uma moça por aí. Não sei direito. Nunca me interessei muito por isso.
Uma coisa marcante na casa da dona Maria era um "troço" de fiapos que se põe na moldura superior da porta. Nunca entendi ao certo pra que servem os fiapos, mas parece que era comum na época esse tipo de enfeite. Fiapos plásticos de cores grotescas nauseantes. Eu gostava de olhar praquilo. Minha mãe nunca colocaria
um penduricalho tão intrigante quando este na porta de casa.
Eu sempre associo essa casa com as 5 da tarde. Aquele horário que o sol está sumindo e o céu fica azul royal. Também me lembro muito das cigarras e dos barulhos típicos dessa hora do dia. E das árvores.
No muro dos fundos, que separava o terreno da dona Maria com o do vizinho, tinha um portão. Passava horas imaginando porque duas casas de pessoas que não se conhecem são ligadas por um portão tão... íntimo. Aquela porta ali, mesmo estando fechada, era, pra mim, como um ponto fraco, um passagem aberta a qualquer estranho. Qualquer coisa que estivesse lá, naquela residência, podia passar para a casa da dona Maria.
Num dia desses, as cinco da tarde - e foi assim que essa hora se fixou na minha mente - eu, mais uma vez, estava em um dos meus habituais transes, olhando fixamente praquele portão, respirando debilmente com a boca entreaberta. Eu
sempre tive estes surtos altistas. Enquanto eu olhava esse portão, ouvia meio distante a conversa entra a dona Maria e minha mãe. Foi nesse dia, também, que eu gravei o céu azul e a árvore.
Por de trás do muro do portão crescia essa árvore comum. Nada de muito diferente de qualquer outra. Fui olhando o restinho do tronco que se podia ver por detrás do muro, se tripartindo e, só meio metro depois, se ramificando e colocando folhas. Quando se fixa o olhar sobre alguma coisa, o objeto central perde o sentido e os espaços viram formas. Olhando o tronco se tripartindo, o céu virou uma cápsula de árvore, e a árvore deixou de existir. Na conversa com
minha mãe, dona Maria falava de bruxas. Definitivamente, a dona Maria se parece com uma bruxa.
A fala humana é muito complexa. Entender palavras é muito mais complicado do que se imagina. Requer muito mais do que uma parcela de atenção. Sempre que me perco olhando pra alguma coisa, fica difícil compreender mais do que algumas palavras soltas. Aquela situação se tornou de certa forma desconfortável. Apesar de ser comum me perder na minha imaginação dessa forma, senti medo quando percebi que era difícil tirar o olhar daquela árvore. Mesmo sendo
criança, soube que, naquele exato momento, eu não podia exercer minha vontade, e aos poucos meu coração foi batendo cada vez mais rápido enquanto os ouvidos se esforçavam a procura das vozes conhecidas das mulheres como se estas fossem a corda capaz de me içar para fora do abismo. Quando ouvidos e olhos têm objetivos diferentes, nenhum dos sentidos se satisfaz completamente. E, no meio das palavras cacofônicas, das imagens distorcidas, em um dos três grandes braços que surgiam do tronco, vejo pequenas perninhas listradas, com sapatinhos
vermelhos balançando alegremente no ar. Sempre tive muito medo da bruxa do Oeste, apesar de eu nunca ter visto mais do que suas pernas.
Depois disso, minha mãe me levou pra casa. Eu tomei leitinho e dormi. Tive pesadelos.